Feliz blog velho!

Estamos de volta! Para 2016, a proposta é passar por aqui toda semana, todos os meses, e chegar em dezembro com um histórico de escolhas importantes, relevantes e gratificantes! Pois este será O ANO!!! (Sim, Carlos Drummond de Andrade, “Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui para diante tudo vai ser diferente”).

Escrever este texto é a primeira escolha que coloco em prática, efetivamente, após a virada do ano. E não duvide desta determinação, por favor! Sei que nos últimos dois anos este site ficou (meio?) parado – mudanças na rotina, no estado civil e na estrutura interna são algumas das razões (mas não justificativas…).

Especialmente 2015, convenhamos: foi um ano estranho e sem grandes motivações positivas. Particularmente, foquei em projetos financeiros e interessantes, mas não conclusivos. Quando temos casa e boletos sob nossa responsabilidade, cresce em nós o medo de que o dinheiro nos falte; se não tivermos cautela, nos tornarmos reféns dele.

Além disso, com a graça de Deus, concretizei todos os objetivos que me propus até agora (Obrigada, Senhor!). Depois que um “sonho” se torna real, você olha à sua frente e pergunta: E agora? Estou nessa agora. Há algum tempo.

Definir um foco pode ser fácil para algumas pessoas ou em determinados momentos da vida. Nossa cultura nos coloca “metas de praxe”: estudar e formar, casar e ser independente (não obrigatórias, logicamente). Fora isso, cada um segue seus interesses e mira no futuro ao qual quer chegar, na busca de um lugar ao sol, à sombra, na praia…

Em meio ao turbilhão desta vida “adulta”, ainda me deparo com uma frase que pesa a minha consciência:

 

… para as pessoas, para os problemas, para a sua vida (e a dos outros)? Quer dizer que preciso ter sempre as prioridades à vista e estas serão as minhas preferências?

Ah… são tantas pessoas legais que eu gostaria ter contato com frequência, ajudar, participar do dia a dia… tantas atividades legais queria realizar nas manhãs livres….  tantos papéis que gostaria de ter espaço para guardar, numa coleção de caixas lindas… Tudo importante para mim… Ou será que não?

No dicionário aqui de casa, Importante significa “3.Que não pode dispensar; fundamental, essencial, indispensável.”. E Importância é “2.Autoridade, prestígio, influência, consideração.” E também  “3.Quantia de dinheiro.” – que ironia! Enfim, tenho que focar no que não pode faltar para se viver, na essência do que nos faz seguir firmes, fortes e felizes. É isso?

Confesso com ainda busco resposta(s)… se é que estou fazendo a(s) pergunta(s) certa (s). Pelo menos, aqui no blog, organizo um pouco dessa loucura humana dentro de mim e eternizo o que realmente faz diferença – as escolhas que realmente importam e compõem a minha história.

No fim,

 

 

Aqui eu sou feliz!

 

Referências
Poema “O tempo”, de Carlos Drummond de Andrade.
Dicionário Escolar da Língua Portuguesa, Academia Brasileira de Letras, 2.ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2008.
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